sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Amarelo








Tem vezes que meu cérebro espreme, espreme, dá um nó e tudo de caldo que é expelido eu despejo aqui. Sem coar no paninho e nem passar pela peneira.
Uns leem, outros olham, ninguém entende e eu termino me achando uma retardada nesse mundo de mongols 

O que esperar delas? O que esperar de alguém?
O que esperar de mim mesma?
E quem sabe?!
Eu mal sei de mim e bem sei dos outros.
Ou pelo menos eu penso que sei, ou na minha concepção
 é assim que se determina o saber sobre outras pessoas.
É tudo culpa desse cheiro da tarde, a luz do sol refletida na cortina faz a sala ter uma cor excitante, se não fosse essa dor no pé da minha barriga agora, eu poderia espremer mais da minha mente, mas não consigo !
Vou tomar mais um remédio e olhar as paredes do meu quarto.

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